Carolina Ruiz

Carolina Ruiz * 18.07.1937 em Joaquim Távora PR, filha de José Manoel Ruiz Martínez e Petruska Milianskaite.
Casou com Pedro Pereira Moraes * 10.07.1930 em Conchas-SP, † 07.09.2015 em Londrina-PR.
O casal teve 2 filhas:

  1. Luzia Aparecida de Moraes * 14.12.1963 em Londrina-PR, oo 28.01.1984 com José Roberto Reis * 25.10.1957;
  2. Cristina Goreti Moraes * 03.02.1967 em Londrina-PR, oo com Sérgio Nilton Secco * 23.08.1964.

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Carolina (menorzinha) com pais e irmãos Carolina Ruiz Carolina, Célia e Leony Ruiz Pedro Pereira Morais e Carolina Ruiz Dupla sertaneja: Pingo dagua e Louro Prata Casamento de Flávia Caroline de Moraes Reis e Neto em Londrina/2009


Luzia Aparecida de Moraes * 14.12.1963 em Londrina - PR e José Roberto Reis tiveram uma filha:
  1. Flávia Caroline de Moraes Reis * 21.01.1987 em Londrina - PR, oo em 20.02.2009 em Londrina, com Nestor Ferreira Lobo Neto (Neto) * 13.08.1984

Flávia Caroline de Moraes Reis e Nestor Ferreira Lobo Neto tiveram a filha:
  1. Sarah Lobo Reis * 12.06.2009 em Londrina-PR.

Cristina Goreti Moraes * 03.02.1967 em Londrina - PR e Sérgio Nilton Secco tiveram os seguintes filhos:
  1. Rachiel Christini Secco * 19.04.1987 em Londrina-PR, oo 28.04.2014 em Londrina-PR com Leandro Malanga * 18.12.1982 em Umuarama-PR;
  2. Rafael Henrique Secco * 27.03.2000 em Londrina-PR

Pedro Pereira Morais

Pedro faz parte da história da música sertaneja em Londrina e região. Era o Louro Prata da dupla sertaneja "Louro Prata e Pingo D'água". Ele e o amigo Antonio Gonçalves amigo de infância quando já cantavam nos arredores dos sítios em que moravam, próximo à Vila Casoni em Londrina.

No início, se apresentavam na Rádio Difusora de Arapongas como "Zé Caetano e Pinheirinho". A mudança veio com o sucesso na década de 50 e mudaram o nome da dupla. Pedro se tornou o Louro Prata pelos seus cabelos claros e Antonio Gonçalves ganhou o nome de Pingo D'água. A escolha do nome, foi feita em um sorteio promovido pela rádio Difusora.

"" Mais tarde, inauguraram a Rádio Difusora de Londrina com um Show. Tinham um programa semanal na Radio Difusora onde cantavam as "modas" mais pedidas. As ondas curtas, com grande raio de alcance eram responsáveis pelo enorme número de cartas recebidas. A dupla se apresentava em circos, coretos, parques e bailes onde cantavam a poesia do sertão. Uma das canções mais aplaudidas era "Cabocla Juraci" que expressava a tristeza do caipira abandonado!

... Havia também cancões que mostravam a indignação frente à troca do campo pela cidade: " ... Lua por que você vai pra cidade/ se lá já tem eletricidade/ Ninguém repara o seu clarão?"

Nesta dupla havia divisão de trabalho: Pedro musicava as letras criadas por Antonio, que em sua maioria retratava as histórias do campo.
A falta de incentivo na época em que a música sertaneja não era tão valorizada como hoje, os fez abandonar a carreira e optar por uma vida mais segura economicamente, que a vida artística. Louro Prata e Pingo'água são hoje, somente Pedro e Antonio e sua história é ainda contada pelos mais antigos nas barbearias, nos bares e na bocha da Vila Casoni. ""

Fonte:

Extraido do Livro: "Memória E Cotidiano - Cenas do norte do Paraná: escritos que se recompõem"
Editado pela IPAC/Lda (Inventário e Proteção do Acervo Cultural de Londrina) - UEL (Universidade de Londrina) - página 178
Autores: Ana Cleide Chiarotti Cesário, Ana M. Chiarotti de Almeida, Antonio Carlos Zani, Deise Maia, Eunilda Kemmer Cernev, Gertrudes Frings, Jorge Cernev, Maria Rejane A. N. Ribeiro, Marcos Fagundes Barnabé, Maria Regina Clivati Capelo.



Livro de Visitas

Glacy Weber Ruiz

E-mail:
weber.ruiz@gmail.com
glacy_wrc@hotmail.com



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